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PosterA Fundação Rui Cunha inaugura hoje, terça-feira, dia 19 de Maio às 18:30, a Exposição Conjunta de Fotografia e Pintura “O Chá em Macau: Revelando Detalhes e Abrindo Espaço para a Imaginação”, de Cássia Schutt (Fotos) e Lily Lee (Pintura). Este é um encontro entre duas artistas, uma fotógrafa brasileira e uma pintora chinesa, unidas pelo mesmo olhar curioso e fascinado.

A exposição reúne 34 obras de arte: 16 fotografias e 18 pinturas que se fazem ouvir «numa conversa subtil», descrevem as artistas. «A lente de Cássia foca-se em detalhes íntimos, gestos e texturas. O pincel de Lily abre-se para cenas mais amplas e vivas, onde a atmosfera e o silêncio coexistem. Em conjunto, traçam o percurso das casas de chá de Macau e documentam a presença do chá e as suas tradições na cidade hoje», revela o manifesto da mostra.

Embora as suas culturas falem línguas diferentes, foi na arte de expressar as tradições do chá que as duas se conectaram e o projecto nasceu. Em 2024, as duas «iniciaram uma viagem partilhada pelas casas de chá de Macau. Ao longo de muitas visitas, conversas e observações silenciosas, os seus caminhos entrelaçaram-se em torno de um ritual simples e intemporal: o chá. O que começou como uma série de encontros tornou-se gradualmente num diálogo artístico contínuo, que continua a desenrolar-se e a aprofundar-se com o tempo».

Cássia Schutt é uma fotógrafa brasileira, produtora e directora criativa, a residir no território há quase vinte anos. Tem livros publicados e exposições várias no currículo, sendo membro da Associação Fotográfica Halftone Macau.

Lily Lee é uma pintora chinesa com um mestrado em Pintura a Óleo pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Huaqiao. Residente no território, é fundadora da Lily Handmade Art Co. Ltd. em Macau e membro da Associação de Artistas de Macau.

Com esta exposição, as artistas celebram a sua amizade e o desejo comum de retratar, através da arte, tradições tão antigas como o ritual do chá na cultura local e as antigas lojas que hoje começam a rarear, para que as gerações futuras possam conhecer e perpetuar estas memórias visuais.

As obras vão estar expostas até ao dia 30 de Maio de 2026.

A entrada é livre.
Não perca!
Por Macau, Mais e Melhor!

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